Vale a pena investir em energia solar fotovoltaica?

janeiro 13, 2016 § Deixe um comentário

Há alguns anos atrás no Brasil esse tipo de pergunta era rara, mas em 2016 é uma realidade em todo território nacional. Em 2012, sai a Resolução nº482 que regulamenta SFCR (sistemas fotovoltaicos conectados à rede) da ANEEL, as normas NBR para sistemas fotovoltaicos e as normas técnicas individuais de cada distribuidora para conexão à rede. No ano seguinte a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR) coordena, representa e defende os interesses de seus associados quanto ao desenvolvimento do setor e do mercado de energia solar fotovoltaica no Brasil, promovendo e divulgando a utilização da energia solar fotovoltaica no País.

A partir desse momento, com a queda do preço internacional dos elementos que compõem o sistema fotovoltaico (módulos e os inversores), a implantação desse tipo geração de energia limpa e renovável se torna algo financeiramente viável e com retorno de investimento em poucos anos. Hoje temos nos grandes centros urbanos empresas que fazem desde o projeto até a venda e instalação desse tipo sistema dentro dos requisitos técnicos das normas internacionais e dos fabricantes de modo a efetivar a durabilidade de, no mínimo, 25 anos que o gerador de energia fotovoltaica possui.

Para respondermos a pergunta se vale a pena o investimento, basta comparar com a aquisição de bens que podem ser úteis como um automóvel, mobiliário ou mesmo uma piscina, a principal vantagem de se adquirir um sistema fotovoltaico é que é a única que traz retorno financeiro imediato, em 25 anos retornará, no mínimo, 3 sistemas e meio de volta… Ainda, valoriza o imóvel no momento de vendê-lo!

A Yovel Engenharia  fornece toda solução desde do ante-projeto até o turn-key do sistema em residências, unidades comerciais e industriais e em organizações governamentais. Envie sua fatura de energia para o email solar@yovel.com.br e te passaremos uma estimativa com facilidades de financiamento. E seja bem vindo ao mundo da energia limpa!!!

 

 

 

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Comece bem o projeto da tua casa…

novembro 1, 2012 § Deixe um comentário

Você já passou por algum ambiente da sua casa ou local de trabalho em que bate o sol a tarde toda e fica desconfortável ficar lá dentro? Já passou por algum shopping ou loja cuja cobertura era de vidro e mesmo com ar condicionado, parecia estar numa estufa? E aquelas dependências que não há iluminação e ventilação natural, parece insalubre ficar ali?!

Pois é, na grande maioria dos projetos não há uma análise mais aprofundada da capacidade que uma edificação tem de ser mais confortável termicamente e visualmente de forma natural. Hoje, ferramentas computacionais podem oferecer esta análise junto do desenvolvimento arquitetônico e assim propor soluções, como: posicionamento da edificação em relação ao norte, vidros com fator solar mais apropriados a cada situação, esquadrias e aberturas que facilitam a ventilação cruzada. Estas e outras diversas soluções proporcionam não somente conforto dentro dos ambientes ou dependências, mas principalmente são mais eficientes energeticamente.

Diversas ferramentas computacionais de simulação têm sido desenvolvidas com o intuito de facilitar a análise e avaliação de projetos e edifícios quanto ao seu comportamento energético, térmico, acústico e de iluminação, entre outros. Elas têm se tornado cada vez mais importantes, ganhando destaque em pesquisas de diversos países. O Departamento de Energia dos Estados Unidos tem disponível na Internet uma lista com mais de 300 programas de simulação de edificações, para análises de eficiência energética, energias
renováveis e sustentabilidade em edifícios.

Modelo Casa Eficiente - EletrosulA figura acima é um modelo básico retirado do estudo de caso real chamado Casa Eficiente realizado na UFSC (LabEEE) em parceria com Eletrosul e Eletrobrás (PROCEL Edifica) e mostra um exemplo com padrões construtivos comumente utilizados e sem nenhuma ação que promova melhoria na eficiência da casa, como:

– uso de equipamentos eficientes;

– iluminação automatizada;

– cobertura comisolamento termico;

– paredes duplas com isolamento;

– vidros duplos;

– aberturas com protetores solares

– utilização de ventilação natural.

Após a aplicação dessas melhorias, foi concluído que a reunião dessas estratégias em uma conFiguração única resultaria em um melhor desempenho termo-energético da edificação. Assim, tal configuração foi adotada no projeto arquitetônico da Casa Eficiente.

Portanto, de desejamos ter uma casa ou uma edificação que possua um desempenho energético maior é importante realizar simulações energéticas durante a elaboração do projeto arquitetônico para servirem de subsídios na forma construtiva e da aplicação dos materiais para construção.

Maiores detalhes entre em contato com engenharia@yovel.com.br e saiba como esta ferramenta pode ser aplicada no seu projeto.

PROCEL EDIFICA

maio 15, 2012 § Deixe um comentário

Calcula-se que quase 50% da energia elétrica produzida no país sejam consumidas não só na operação e manutenção das edificações, como também nos sistemas artificiais, que proporcionam conforto ambiental para seus usuários, como iluminação, climatização e aquecimento de água. O que podemos fazer para se reduzir este impacto? Existe alguma metodologia que consiga identificar se uma edificação é ou não eficiente energeticamente?

O programa do PROCEL EDIFICA, instituído em 2003, em parecerias com diversas universidades, centros de pesquisa, órgãos e empresas, promove o uso racional de energia através de ações organizadas com o objetivo de incentivar a conservação e o uso eficiente dos recursos naturais (água, luz, ventilação etc.) nas edificações, reduzindo os desperdícios e os impactos sobre o meio ambiente.

A metodologia de avaliação consiste na etiquetagem da edificação analisando-se primeiramente o projeto e posteriormente o produto final construído. Existem cinco níveis nesta Etiqueta Nacional de Concervação de Energia (ENCE) e pode ser geral ou parcial. Para se obter a ENCE Parcial é necessário no mínimo que a envoltória seja avaliada, podendo ser conjugada com a Iluminação ou Climatização. Na ENCE Geral todos os três sistemas (envoltória, iluminação e ar condicionado) são avaliados e através do método prescritivo ou através de simulação a Etiqueta é emitida.

Para que isto ocorra é necessário que o demandante da etiqueta tenha conhecimento dos regulamentos pertinentes ao seu tipo de edificação. Atualmente, existem dois tipos de etiquetagem de edificações: um para uso residencial (RTQ-R e RAC-R) e outro para comercial e prédios públicos (RTQ-C e RAC-C). Um dos agentes envolvidos é o Organismo de Inspeção credenciado pelo INMETRO, este fará toda verificação necessária para encaminhar o resultado ao INMETRO e por fim emitir a ENCE.
Para que o construtor, ou incorporador ou mesmo o proprietário do empreendimento alcance um elevado nível de eficiência em sua edificação é necessário que o projetista esteja sendo amparado tecnicamente por um outro agente, o Consultor TécnicoEste profissional ou time de especialistas assessoram aos clientes desde a concepção do empreendimento até sua ocupação de forma a indicar soluções de acordo com o nível de eficiência.Os empreendimentos que consideram outras soluções sustentáveis em seus projetos, como: reuso de águas pluviais ou cinza, aquecedor solar, uso de fontes renováveis de energia, entre outros também ganham ponto de bonificação e eleva o nível geral da ENCE.

O que é eficiência energética?

abril 14, 2012 § Deixe um comentário

Segundo o World Energy Council, ações em eficiência energética se referem a uma redução da energia utilizada para um determinado serviço (iluminação, aquecimento, força motriz, etc) ou do nível de atividade. A redução no consumo de energia é geralmente associada com mudanças tecnológicas, mas nem sempre isto é possível, pois uma melhor organização e gestão ou, ainda,uma melhoria das condições econômicas do setor também podem resultar nesta redução (“fatores não-técnicos”).

A eficiência energética é, antes de tudo uma questão de comportamento individual e reflete a lógica dos consumidores de energia. Evitando o consumo desnecessário de energia ou escohendo equipamentos mais adequados para reduzir o custo da energia ajudam a reduzir o consumo individual de energia, sem diminuir o bem-estar individual.  Evitar o consumo desnecessário é certamente uma questão de comportamento individual, mas também é, muitas vezes, uma questão de equipamento adequado: regulação térmica de temperatura ambiente, ou automático de ativação de luzes em quartos de hotel desocupados são bons exemplos de como o equipamento pode reduzir o influência do comportamento individual.

A eficiência energética é simplesmente o processo de fazer mais com menos. O objetivo é realizar as mesmas tarefas e funções como antes, utilizando menos energia, segundo Center for Sustainable Energy – California. Economia e desempenho são obtidos através de um processo de concepção integrado (particularmente para a construção nova). As áreas comuns de foco incluem:

  • Planejamento local, paisagismo e urbanismo;
  • Envoltóriado edifício, fundação, paredes e telhados;
  • Mecânica (HVAC & R, aquecimento de água, bombeamento);
  • Elétrica (motores, transformadores, etc);
  • Iluminação;
  • Eletrodomésticos;
  • Equipamentos de escritório e cargas puntuais.

Além disso, para projetos que estão considerando o uso de auto-geração que abrangem a totalidade ou uma parte das cargas térmicas e / ou elétricas da casa ou empresa, é sempre aconselhável que a edificação seja construída tão eficiente quanto possível antes de dimensionamento dos equipamentos e aquisição do sistema de auto-geração.

No Brasil, o INMETRO juntamente com o programa Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (PROCEL) da Eletrobrás e Programa Nacional da Racionalização do Uso dos Derivados do Petróleo e do Gás Natural (CONPET) criaram o chamado Programa Brasileiro de Etiquetagem (http://www.inmetro.gov.br/qualidade/eficiencia.asp).

O PBE incentiva a inovação e a evolução tecnológica dos produtos e funciona como instrumento para redução do consumo de energia, estando alinhado, dessa forma, com as metas do Plano Nacional de Energia (PNE2030) e ao Plano Nacional de Eficiência Energética (PNEf).

É uma forma de evidenciar, por meio da Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (ENCE), o atendimento a requisitos mínimos de desempenho (e, em alguns casos, adicionalmente, também de segurança), estabelecidos em normas e regulamentos técnicos.

A ENCE classifica os equipamentos, veícuos e edifícios em faixas coloridas, em geral de “A” (mais eficiente) a “E” (menos eficiente), e fornece outras informações relevantes, como, por exemplo, o consumo de combustível dos veículos e a eficiência de centrifugação e de uso da água em lavadoras de roupa.

No link http://www.inmetro.gov.br/consumidor/tabelas.asp, as informações contidas nas diversas tabelas (responsabilidade dos fabricantes) e são colocadas à disposição dos usuários/consumidores como uma fonte de auxílio na escolha do melhor produto, na hora da compra, em termos de consumo elétrico e/ou eficiência energética.

Caso desejem soluções em eficiência energética mais apropriadas à sua edificação, venha nos conhecer www.yovel.com.br.

Yovel na Revista Prime Brasília

janeiro 5, 2012 § Deixe um comentário

Na 5ª edição da revista Prime Brasília (www.planobrasilia.com.br), cujo tema era sustentabilidade,  a Yovel Projetos & Consultoria foi destacada em matéria sobre o porquê investir em pojetos sustentáveis. A diretora da Yovel, Rachel Farias e o engenheiro Fabiano Gomes ressaltaram algumas vantagens de se investir em projetos de construções sustentáveis.

Antes de falar das vantagens, precisamos ressaltar a nossa mentalidade de construir tradicional. Ela se resume, na maioria dos casos, em utilizar o mínimo recurso financeiro necessário para o empreendimento, sem se preocupar muito com os custos associados a vida vegetativa da edificação (água, energia, manutenção, etc). Na prática, se olharmos pelo prisma das construtoras e incorporadoras, não é interessante investir em algo que vai ficar para outra pessoa, pois o intuito principal é garantir lucros maiores. Podemos estar rotulando ou até estar julgando sem conhecer alguns contextos, mas a realidade é que a lei da vantagem em todo tempo prevalece no mercado imobiliário. Mas aos poucos o mercado está mudando e alguns já estão agindo de forma diferente pensando num todo não somente em partes, isto é, consideram todo ciclo de vida de edificação. A partir do momento que consideramos um prédio construído com pricípios de sustentabilidade, o resultado financeiro é MUITO maior do que se investe a mais. Uma comprovação feita em 2003, pela Força Tarefa em Construções Sustentáveis da Califórnia, mostrou que um prédio com custo de $2.000.000,00 que foi projetado com princípios green que custaram $40.000,00 a mais, possuíram um tempo de retorno de investimento de apenas dois anos após a construção do prédio. Se o resultado parasse por aí já seria satisfatório, mas o negócio é que o resto dos 20 anos seguintes de vida útil da edificação deram um retorno de $400.000,00, sem contar com correção monetária.

As vantagens das construções sustentáveis não se resumem em benefícios financeiros somente, mas principalmente em benefícios ao meio ambiente e aos usuários dos prédios verdes. Vejam alguns destes benefícios:

1) Melhoria da produtividade: Uma série de estudos – e bom senso – indicam que ocupantes de edifícios que são confortáveis, são mais produtivos. Um estudo de 31 prédios verdes da cidade de Seattle descobriu que o absenteísmo foi reduzido em 40 por cento. Outro estudo, patrocinado em parte por imóveis comerciais gigantes Cushman & Wakefield, relatou 30 por cento menos dias de licença médica entre os funcionários de uma empresa, e descobriu um aumento de 10 por cento na receita líquida por empregado em outra empresa, depois de cada escritório mudou-se para edifícios certificados LEED (Leadership in Enviromental and Energy Design). Empresas em escritórios verde também têm uma vantagem em atrair e reter os bons empregados.

2) Ocupantes saudáveis – Síndrome do edifício doente é um problema que atormenta casas e escritórios ao longo de décadas e para as empresas custa milhões de dólares a cada mês. Edifícios verdes, no entanto, ajudam a evitar muitos destes problemas com sistemas de ventilação saudável e uso de materiais não-tóxicos no edifício. A EPA (Enviromental Protection Agency) estima que a poluição do ar interior pode ser 2-5 vezes pior, e às vezes mais de 100 vezes pior, do que a qualidade do ar exterior. De 146.400 mortes por câncer de pulmão em 1995, 21.100 estavam relacionados com o gás radão que é encontrado em muitos edifícios. Cerca de 20 milhões de pessoas (e mais de 6 milhões de crianças) sofre de asma, que pode ser desencadeada pela má qualidade do ar interior, que geralmente são encontradas em não-verde edifícios.

3) Utilização de recursos naturais de forma responsável – a água e a energia são recursos naturais que mais sobressaem quando se fala em projetos sustentáveis, porém materiais reciclados ou reutilizados e a madeira certificada possuem uma significância no processo de construção de edifício verde.

4) Educação ambiental no prédio – na maioria dos prédios certificados, seus ocupantes recebem uma cartilha ou palestras que ressaltam as suas características sustentáveis e ensinam algumas atitudes diferenciadas em prol de reciclagem, uso eficiente de água e energia, necessidade do uso de transporte público ou não poluente para ir ao trabalho, entre outros.

5) Outros benefícios ambientais – melhorar e proteger a biodiversidade e os ecossistemas; melhorar a qualidade do ar e da água; reduzir fluxos de resíduos; e conservar e restaurar os recursos naturais.

Corrupção e sustentabilidade…

dezembro 11, 2011 § Deixe um comentário

Pelo índice de percepção à corrupção anunciada pela ONG Transparência Internacional  (http://cpi.transparency.org/cpi2011/results/), o Brasil ficou na 73ª posição. Comparativamente a outros países, o resultado foi mediano e reflete a percepção que estas pessoas têm do nível de corrupção em todas as esferas de governo e nas principais instituições públicas. Isto é apenas um retrato da cultura deturpada do “jeitinho brasileiro” que por sinal, vem de longa data. Mudar o jeito de pensar em todas as esferas da sociedade é uma tarefa difícil, tanto quanto passar a ter uma mentalidade sustentável.

Na filosofia de Aristóteles designa corrupção como sendo a destruição ou degradação da substância. Para ele “é uma mudança que vai de algo ao não-ser desse algo; é absoluta quando vai da substância ao não-ser da substância, específica quando vai para a especificação oposta”. A sustentabilidade é algo palpável e real, enquanto corrupção disfarça o que é palpável e real.  A putrefação é um dos sinônimos de corrupção e significa que algo não foi sustentável e conservado.

O problema é que fingir ser “green” é dar um “jeitinho” no meio ambiente! Não há condições de enganar a natureza, porque mais cedo ou mais tarde, ela vai pedir a conta… E estamos vendo que os juros desta dívida já estão sendo pagos ao redor do mundo. Fingir ser sustentável para manter uma boa imagem para sociedade e para o mundo é ser corrupto! Um bom exemplo é construir uma hidrelétrica numa planície… Para muitos ambientalistas e para o meio artísticos é  gastar dinheiro público e devastar 516 km² de vegetação nativa, sem contar com a fauna e as comunidades indígenas que há séculos preservam o meio em que vivem. Para quem enxerga perspectivas de crescimento econômicos, é uma necessidade. Mas não estou falando de corrupção no sentido de más intenções para benefício particular, e sim da deturpação do sentido da palavra sustentabilidade. Porém, se quiserem ver um esclarecimento maior deste assunto recomendo que entrem no blog http://www.revistasustentabilidade.com.br/blogs/blog-do-editor/2011/12/15/nao-podemos-discutir-belo-monte-sem-ter-um-programa-de-eficiencia-energetica.

Por mais que o Brasil esteja bem cotado no ranking chamado Greendex da National Geographic (http://environment.nationalgeographic.com/environment/greendex/) não representa que nossa mentalidade seja sustentável. Isto porque nossos recursos naturais estão ao nosso favor, um país abençoado por Deus e bonito por natureza. Somos um país de dimensões continentais e com recursos naturais abundantes, por isso a nossa maior parte da oferta de energia é renovável. Outros aspectos são considerados neste índice, como: bens de consumo, moradia, alimentação e transporte. Todos de certa forma possuem influência direta ou indireta das nossas características naturais. Negócio todo é que é fácil comprar uma Ferrari se temos um pai rico… o problema é pilotá-la com segurança e responsabilidade!

Ser sustentável é agir a favor em quem está ao seu lado e quem ainda não está e do meio em que vivemos. Ser corrupto é defraudar quem está ao seu lado e quem ainda não está e do meio em que vivemos. O que posso inferir disso tudo?! Corrupção e sustentabilidade são opostos entre si! Enquanto uma existir a outra será seriamente abalada. Portanto, onde você estiver seja sustentável no caráter também…

Reforma na caixa d’água

novembro 12, 2011 § Deixe um comentário

Nestes ultimos dias a prumada do prédio em que moro passou por um reparo na caixa d’água e isto nos trouxe uma série de transtornos ao nosso conforto e a nossa higiene. Como foi difícil passar este breve período (que parecia uma eternidade) sem um recurso natural tão comum e que não percebemos sua falta enquanto não tiram da gente. Agora, imagine se não fosse por um período curto, mas uma semana, um mês ou até o resto da vida…

Eu estive no Haiti a trabalho, e passei alguns dias lá… Doenças consideradas extintas nos países desenvolvidos eram comuns lá devido a falta de saneamento básico. Tem outra coisa, a palavra conforto não era muito pronunciada lá,  porque cerca de 90% da população não usufruia da energia elétrica… Tente imaginar como seria nossa vida sem energia elétrica. Sem computador, televisão, ar condicionado, máquina de lavar, chuveiro elétrico, ilimunação para você poder estudar ou simplesmente iluminar sua mesa de jantar… Sinceramente, fiquei assustado com a situação daquela sociedade. E como se não bastasse, ainda veio um terremoto! Agora, imagine se este tipo de restrição aconcetesse conosco por uma semana, um mês ou até o resto da vida…

Parece pessimista, mas com o rítmo de crescimento econômico associado ao populacional esta hipótese pode se tornar uma catrastófica realidade. O termo sustentabilidade não pode ser mais um termo fashion, um termo com aparência mas com pouca essência prática. Temos uma responsabilidade com as próximas gerações…Não quero ver meus netos vivendo na idade da pedra!